radioatividade  QUÂNTICO PROBABILÍSTICO DE ANCELMO L. GRACELI.




INDETERMINISMO E RELATIVISMO [PROBABILÍSTICO]  DE ANCELMO L. GRACELI.


 

FÍSICA QUÂNTICA GENERALIZADA VIBRACIONAL E DE PROBABILIDADE  DE ANCELMO L. GRACELI.




 MECÂNICA ESTATÍSTICA QUÂNTICA GENERALIZADA DE ANCELMO L. GRACELI.




O ELETROMAGNETISMO QUÂNTICO TENSORIAL DE ANCELMO L. GRACELI


MECÂNICA QUÂNTICA ENTRÓPICA GENERALIZADA OSCILATÓRIA INDETERMINISTA DE ANCELMO L. GRACELI.


COM TENSOR ENTRÓPICO DE GRACELI, E OPERADOR QUÂNTICO DE GRACELI.



TEORIA DA ELETROGRAVITAÇÃO DE ANCELMO L. GRACELI .






[* ].

[* ].

* = operador de energias, dimensões de GRACELI e estados de A. L. GRACELI., 

OBSERVAÇÃO . DIMENSÕES DE ANCELMO GRACELI NÃO ESTÁ RELACIONADO COM ESPAÇO E TEMPO.

 = TENSOR DE ANCELMO L. GRACELI.

E = ENERGIA


lEGG] = ELETROMAGNETISMO GERAL DE ANCELMO L. GRACELI] QUÂNTICO TENSORIAL DIMENSIONAL ENTRÓPICO GENERALIZADO.


COM TENSOR E OPERADOR DE ANCELMO L. GRACELI 

[* ].



ANCELMO GRACELI - OBRA [5]

  *    *  /   [] [ .= 

[] = tensor eletromagnético.



 Considerando um elétron e a densidade de probabilidade  da onda de matéria associada a ele,

     

  *      [* ]  /   [] [ .=   





O ESTADO CONDENADO PROBABILÍSTICO DE ANCELMO L. GRACELI.




  *      [* ]  /   [] [] [ .=   



O abrandamento de átomos por meio de arrefecimento produz um estado quântico único conhecido como condensado de Bose ou condensado de Bose-Einstein. Este fenômeno foi teorizado nos anos 20 por Albert Einstein, ao generalizar o trabalho de Satyendra Nath Bose sobre a mecânica estatística dos Fótons (sem massa) para átomos (com massa). (O manuscrito de Einstein, que se pensava estar perdido, foi encontrado em 2005 numa biblioteca da Universidade de Leiden). O resultado do trabalho de Bose e Einstein é o conceito de gás de Bose, governado pela estatística de Bose-Einstein que descreve a distribuição estatística de partículas idênticas de spin inteiro, conhecidas hoje em dia como Bósons. As partículas bosónicas, que incluem o Fóton e átomos como o He-4, podem partilhar estados quânticos umas com as outras. Einstein especulou que arrefecendo os átomos bosónicos até temperaturas muito baixas os faria colapsar (ou "condensar") para o mais baixo estado quântico acessível, resultando numa nova forma de matéria.

Esta transição ocorre abaixo de uma temperatura crítica, a qual, para um gás tridimensional uniforme consistindo em partículas não-interactivas e sem graus internos de liberdade aparentes, é dada por:

onde:

 é a temperatura crítica,
a densidade da partícula,
a massa por bóson,
a constante de Planck,
a constante de Boltzmann, e
a função zeta de Riemann;  ≈ 2,6124.





  *      [* ]  /   [] ] [ .=   


Em física quântica, a regra de ouro de Fermi expressa a taxa de transição (probabilidade por unidade de tempo) de um auto-estado de um Hamiltoniano  para um contínuo de estados, devido a uma perturbação , que pode depender do tempo. Seu nome é uma homenagem ao físico italiano Enrico Fermi.

Dado um auto-estado  do Hamiltoniano não perturbado , a probabilidade de transição para um estado  é dado em primeira ordem de teoria de perturbação por

sendo  a densidade de estados finais.



  *      [* ]  /   [] [] [ .=   




A energia de Fermi é importante na hora de entender o comportamento de partículas fermiônicas, como por exemplo os elétrons. Os férmions são partículas de spin semi-inteiro para as quais verifica-se a validade do princípio de exclusão de Pauli — que dita que dois férmions idênticos não podem ocupar simultaneamente o mesmo estado quântico. Desta maneira, quando um sistema possui vários elétrons, estes ocuparão níveis de energia maiores a medida que os níveis inferiores estejam preenchidos.

A energia de Fermi é um conceito que tem muitas aplicações na teoria dos orbitais atômicos, no comportamento dos semicondutores e na física do estado sólido em geral.

Em física do estado sólido a superficie de Fermi é a superficie no espaço de momentos na qual a energia de excitação total se iguala à energia de Fermi. Esta superfície pode ter uma topologia não trivial. Simplificadamente se pode dizer que a superfície de Fermi divide os estados electrônicos ocupados dos que permanecem livres.

Enrico Fermi e Paul Dirac, derivaram as estatísticas de Fermi-Dirac. Estas estatísticas permitem predizer o comportamento de sistemas formados por um grande número de elétrons, especialmente em corpos sólidos.

A energia de Fermi de um gás de Fermi (ou gás de elétrons livres) não relativista tridimensional se pode relacionar com o potencial químico através da equação:

onde εF é a energia de Fermi, k é a constante de Boltzmann e T é a temperatura. Portanto, o potencial químico é aproximadamente igual a a energia de Fermi à temperaturas muito inferiores a uma energia característica denominada Temperatura de Fermi, εF/k. Esta temperatura característica é da ordem de 105K para um metal a uma temperatura ambiente de (300 K), pelo que a energia de Fermi e o potencial químico são essencialmente equivalentes. Este é um detalhe significativo dado que o potencial químico, e não a energia de Fermi, é quem aparece nas estatísticas de Fermi-Dirac.

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